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As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo mundo. A taxa do colesterol ruim (LDL) é um dos responsáveis pelo processo de aterosclerose que leva ao aumento do risco de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral – AVC. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM, grande parte das pessoas têm colesterol alto pelo estilo de vida inadequado: obesidade, sedentarismo e alimentação rica em gordura são algumas das causas.

Outras pessoas têm o colesterol alto devido à sua genética. Por isso, nem sempre a dieta é suficiente para controlar o colesterol. Medicações seguras e eficientes estão disponíveis e devem ser consideradas em muitas situações, junto com o médico, para que a prevenção seja realmente eficaz.

Os estudos demonstram que as placas de gordura nas artérias começam muito cedo. A estimativa é de que aos 20 anos, cerca de 20% das pessoas estarão afetadas de alguma forma.

Uma dieta hipocalórica, pobre em gordura saturada e colesterol, é fundamental para o tratamento da dislipidemia. A atividade física moderada, realizada durante 30 minutos, pelo menos cinco vezes por semana, auxilia na perda de peso e na redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Mesmo assim, ainda pode ser necessária a administração de medicamentos.

A redução das taxas de LDL-colesterol para os níveis desejados, particularmente pelo emprego de estatinas (quando indicado tratamento medicamentoso) é o que tem demonstrado maior benefício na prevenção e diminuição de mortalidade cardiovascular na população.

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